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Avaliação

7

Qualidades

  • Inovativo
  • Cativante
  • Analítico

Recomendação

Jonathan Crary, professor de arte moderna e teoria da arte na Universidade de Columbia, é um crítico respeitado. O seu trabalho sobre atenção e percepção tem atraído um público fiel que vai além do mundo acadêmico. Neste tratado contra a velocidade da vida na era tecnológica, ele adverte que estar constantemente conectado, 24h por dia, elimina o poder de reflexão em favor do consumo. Ele adverte contra a adoção irrestrita dos valores da era digital, em que os clientes compram por impulso visando criar uma identidade online arbitrária que podem compartilhar nas mídias sociais. Ao invés disso, diz Crary, uma consciência política engajada exige uma população com vida privada, em que as pessoas gastam tempo em conversas profundas com amigos e descobrem novas possibilidades para um mundo melhor. Apesar de Crary não oferecer muitos dados ou uma boa diversidade de estudos que apoiem as suas conclusões filosóficas, além do que o seu estilo de escrita pode ser um tanto denso, as polêmicas que ele levanta vão estimular você a pensar duas vezes sobre a corrida ininterrupta e a excitação da vida moderna. A getAbstract recomenda os insights do autor a estudantes que pensam no futuro, professores de teoria social, aos que buscam se conectar em uma época de grande alienação e líderes em busca de novas percepções.

Sobre o autor

Jonathan Crary, professor de Arte Moderna e Teoria da Arte na Universidade de Columbia, recebeu bolsas da Getty, Mellon e NEA por suas pesquisas sobre a cultura visual moderna. Este livro foi traduzido em 15 idiomas.

 

Resumo

A história do sono

Até o início do Renascimento, o sono e os sonhos eram elementos importantes da saúde humana em geral. Isso mudou com a crença do Iluminismo na superioridade da razão. Filósofos como René Descartes, David Hume e John Locke minimizaram a importância do sono, considerando-o um impedimento para a busca do conhecimento. As suas pesquisas lógicas sobre a razão entraram em contraste nítido com os sonhos aleatórios de sono. No século XIX, os pensadores consideravam o sono um comportamento “primitivo”, um tempo de desperdício mental em comparação com as habilidades da mente consciente e científica.

A desvalorização dos sonhos ganhou espaço conforme o avanço das fábricas da era industrial saia atrás de trabalhadores atentos. No entanto, os gerentes das fábricas notaram que o desempenho dos trabalhadores melhorava com o repouso, portanto estabeleceram intervalos para garantir a continuidade da produtividade. Hoje em dia, a globalização elimina a necessidade de qualquer interrupção nas atividades de uma empresa, porque os trabalhadores estão prontos em todos os fusos horários para garantirem as operações do negócio, 24 horas por dia.

O livro A...


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