Resumo de A Economia da Bolha

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A Economia da Bolha resumo de livro
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Recomendação

A maneira como a energia e o ambientalismo deveriam estar conectados à economia levanta uma questão fundamental e oportuna. O economista e físico Robert U. Ayres analisa perspicazmente a conhecida afirmação de senso comum de que o investimento e a atividade econômica, requeridos para tornar o setor da energia mais sustentável, poderiam também dar o impulso que a economia como um todo precisa. Ele especula sobre as maneiras de atrair as companhias com dinheiro acumulado para investirem na energia verde e mobilizar o sistema financeiro para financiar novos instrumentos para diversificar o risco e fornecer liquidez aos novos empreendimentos de energia verde. Sua obra é exaustiva, informal e acessível, e por isso uma boa introdução para o leitor comum, particularmente a sua narrativa da história econômica. Os capítulos sobre energia são um dos pontos fortes do livro e o tornam atrativo para os interessados em uma economia sustentável. A getAbstract recomenda este tratado denso, mas atrativo, ao leitor com interesses diversificados e aos interessados em energia verde.

Neste resumo, você vai aprender:

  • Qual papel a energia desempenha na economia global;
  • Como as bolhas financeiras e as crises fiscais defraudam as economias nacionais e as deixam privadas de crescimento real; e
  • Como o financiamento criativo poderia gerar desenvolvimento produtivo e apoiar as tecnologias da energia verde.
 

Sobre o autor

O físico e economista Robert U. Ayres é professor emérito de economia e ciências políticas no INSEAD. Ele é coautor de The Economic Growth Engine: How Energy and Work Drive Prosperity.

 

Resumo

O papel da energia na economia

Os pressupostos da economia convencional levam a acreditar que a importância de cada setor da economia é representada pela sua porcentagem do PIB. Historicamente, a contribuição do setor da energia para a economia da maioria dos países da OCDE tem sido cerca de 4%. A teoria econômica sugere que um setor tão pequeno não tem importância significativa e, consequentemente, não é um fator dos mais influentes nas recessões ou crescimento econômico. De fato, a análise da elasticidade da demanda por trás destes 4% contraria essa ideia. O fato de o setor da energia ter representado, nas décadas do pós-guerra, somente 4% do PIB da média dos países ocidentais da OCDE é um sinal de quanto a energia tem facilitado o crescimento e ajudado a criar riqueza. Isso não significa, de forma alguma, que a energia não é importante.

A teoria neoclássica assume que o crescimento econômico é determinado principalmente por forças exógenas, e ela considera a demanda de energia (e outros recursos) como uma consequência, e não uma causa, do crescimento econômico. Isto é, muitos economistas veem a energia como apenas um item de consumo, em vez de valorizarem o papel...


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