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A Empresa Financiada por Clientes

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A Empresa Financiada por Clientes

Inicie, financie ou expanda a sua empresa com o dinheiro dos seus clientes

Wiley,

15 min. de leitura
10 Ideias Fundamentais
Texto disponível

Sobre o que é?

Usar o dinheiro dos clientes pode ser a forma mais inteligente de lançar e construir a sua empresa.

Avaliação Editorial

8

Qualidades

  • Inovativo
  • Aplicável
  • Bem-Estruturado

Recomendação

Quando Michael Dell montava computadores no seu dormitório na década de 1980, os seus clientes lhe pagavam com antecedência. Logo que abriu, a varejista de vestuário Banana Republic cobrava um dólar por seu catálogo e aplicava os recursos na consolidação do seu inventário. Estas duas empresas exemplificam o que o professor de administração John Mullins qualifica como “uma empresa financiada pelos clientes”, uma abordagem sensata para o financiamento de uma empresa que foge dos empréstimos bancários e de capital de risco. Em vez disso, empresários astutos utilizam o dinheiro dos seus clientes para financiar o seu crescimento. Mullins apresenta o seu modelo e suas variantes de forma convincente, bem como ilustra esta estratégia com exemplos reais. A getAbstract recomenda o manual de Mullins a empreendedores curiosos em saber mais sobre esta forma alternativa de se financiar novos negócios.

Resumo

Alternativas para o capital de risco

A capacidade de se obter capital de risco (CR) é uma das marcas de uma startup bem-sucedida, porém os empresários astutos sabem que esse não é o único – tampouco o melhor – caminho para o sucesso. Para muitos empresários, a maneira mais sábia para construir um novo negócio não é correr atrás de CR ou hipotecar a casa para conseguir um empréstimo bancário. Em vez disso, eles utilizam o dinheiro dos seus clientes para financiarem as suas novas empresas. Este não é um conceito incomum. Foi assim que algumas empresas de renome começaram, como o Airbnb, Dell Computer e Banana Republic. As startups financiadas pelos clientes devem fornecer um produto que cumpra uma demanda robusta e possa gerar grandes vendas. O produto deve ser diferenciado para que os clientes estejam dispostos a pagar mais por ele ou desembolsarem pagamentos antecipados. Isso vai contra o modelo CR, porém o ponto fraco do capital de risco é exatamente a constatação de que quanto mais financiamento uma empresa obtém, menos provável é que seja bem-sucedida. Com demasiada frequência, as startups financiadas por CR focam em cortejar os investidores...

Sobre o autor

John Mullins, PhD, é professor associado de práticas em gestão da London Business School. Ele é autor de The New Business Road Test e coautor de Getting to Plan B.


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