Resumo de A Morte de Osama Bin Laden

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A Morte de Osama Bin Laden resumo de livro
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Avaliação

8

Qualidades

  • Revelador
  • Inovativo

Recomendação

Seymour Hersh é jornalista investigativo ganhador do Prêmio Pulitzer e especializado em denúncias de casos de corrupção. Os seus artigos na London Review of Books entre 2014 e 2016 caracterizaram a administração Obama de baluarte do “excepcionalismo americano” e de uma política externa em que os fins justificam os meios. Hersh repudia a versão dos EUA sobre a morte de Osama bin Laden em 2011. Ele investiga a política dos EUA em relação à Síria, a qual exigia a renúncia do presidente sírio, Bashar al-Assad. Os artigos de Hersh – reunidos nesta obra – geram aprovação, ceticismo e desentendimento. Ele se baseia em poucas fontes, embora consiga enquadrar a confusão gerada pelos EUA quando o país decidiu escolher entre um ditador selvagem e extremistas islâmicos ainda mais selvagens. Embora sempre politicamente neutra, a getAbstract oferece o relatório de Hersh com grande entusiasmo e sugere alguns cuidados por parte dos leitores mais apaixonados e um certo toque de ceticismo quanto a algumas das acusações do autor. O ideal é que se concentrem nas mensagens subliminares do seu relato, em especial os insights de Hersh sobre o quanto, e quando, um governo deve ser honesto com os seus cidadãos.

Sobre o autor

O jornalista investigativo Seymour Hersh ganhou um Prêmio Pulitzer por sua exposição de um massacre do exército dos EUA contra civis vietnamitas em My Lai em 1968. Ele ganhou dois prêmios National Magazine, cinco prêmios George Polk e o Prêmio George Orwell de 2004.

 

Resumo

Excepcionalismo americano

O presidente dos EUA Barack Obama tomou decisões políticas similares às tomadas pelo seu antecessor George W. Bush, em particular por sua noção de excepcionalismo americano, uma atitude que minou a política externa americana. Obama não disse toda a verdade sobre a morte de Osama bin Laden. Ele expôs segredos sobre as relações dos EUA com o Paquistão. Ele omitiu as razões da sua decisão de ignorar a sua ameaça de avançar a um “ponto sem retorno” contra o presidente sírio, Bashar al-Assad, caso este tivesse usado armas químicas contra os rebeldes. Obama autorizou a passagem de armamentos oriundos da Líbia pós-Kadafi através da Turquia para os rebeldes sírios, alguns dos quais eram extremistas.

Obama ignorou as informações dos canais oficiais que sugeriam que o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan considerava o governo sírio de Assad como um verdadeiro inimigo e faria qualquer coisa para miná-lo, até mesmo apoiar o Estado Islâmico (EI) e outros fanáticos. A administração Obama não sabia que o Estado-Maior Conjunto dos EUA, em parceria com os aliados dos EUA, forneciam inteligência militar à Síria. O aprofundamento do envolvimento militar...


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