Resumo de Ambientalismo dos Ricos

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Ambientalismo dos Ricos resumo de livro
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Avaliação

8

Qualidades

  • Inovativo
  • Polêmico
  • Revelador

Recomendação

O movimento ambientalista teve muito mais impacto do que a maioria dos movimentos de massa nos últimos 50 anos. No entanto, Peter Dauvergne, professor de relações internacionais da University of British Columbia e escritor premiado sobre as questões do meio ambiente, adverte que o movimento corre o risco de perder a sua força caso permita que grandes empresas definam a sua agenda. As empresas geralmente se preocupam apenas com a rentabilidade e a maioria não leva em conta o impacto ambiental das suas ações. Mesmo reconhecendo eventuais sucessos, os ambientalistas precisam debater e combater soluções de mercado ineficazes, iniciativas dissimuladas desfilando como “responsabilidade social corporativa” (RSC) e parcerias de negócios com organizações não governamentais. As pessoas precisam se indignar contra o aumento do consumo, a desigualdade de renda e o crescimento econômico que despreze as consequências ecológicas. Dauvergne exorta os ambientalistas a abraçarem a responsabilidade pelas mudanças. A abordagem do autor sobre o ambientalismo é lúcida e provocativa. Embora sempre politicamente neutra, a getAbstract recomenda o tratado de Dauvergne a ambientalistas, executivos, políticos e gestores de organizações sem fins lucrativos.

Sobre o autor

Professor de relações internacionais na University of British Columbia, Peter Dauvergne escreveu dois livros premiados sobre questões relacionadas ao meio ambiente: Shadows in the Forest e The Shadows of Consumption.

 

Resumo

Um problema premente

Em 2016, a população mundial chegou a 7,4 bilhões de pessoas. Esse número pode aumentar para mais de 10 bilhões ao longo dos 40 anos seguintes. A humanidade precisa enfrentar um problema premente: é possível que essa massa de pessoas compartilhe a Terra sem destruí-la? Os sintomas da “insustentabilidade” já são aparentes. O mundo sofre secas cada vez mais frequentes. Muitos lugares não têm água potável suficiente e a desertificação está se acelerando. Em 2015, o ex-cientista da NASA James Hansen e 16 coautores sugeriram que, se as temperaturas globais subirem 2 graus acima dos níveis que existiam antes da industrialização, o efeito seria catastrófico, incluindo consequências como a subida do nível do mar em 10 pés até 2100. Se as tendências atuais continuarem, as temperaturas podem continuar a subir, levando a maior instabilidade climática e, possivelmente, à “sexta extinção em massa” descrita por Elizabeth Kolbert e também por Richard Leakey e Robert Lewin.

A globalização está criando um número crescente de usuários de recursos energéticos, cujo aumento do consumo prejudica o meio ambiente. As condições ecológicas...


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