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As Bênçãos dos Negócios

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As Bênçãos dos Negócios

Como as corporações modelaram o cristianismo conservador

Oxford UP,

15 min. de leitura
10 Ideias Fundamentais
Áudio & Texto

Sobre o que é?

A relação estabelecida entre homens de negócios e cristãos evangélicos tem ampliado o seu poder nos EUA e globalmente.


Avaliação Editorial

8

Qualidades

  • Polêmico
  • Analítico
  • Revelador

Recomendação

O cristianismo evangélico fundamentalista alcançou proeminência a partir do centro da Grande Depressão, conforme os empresários cristãos evangélicos ricos estabeleciam centros de treinamento e redes que combinavam a aderência dos princípios capitalistas do livre mercado ao “fundamentalismo bíblico”. Com o apoio financeiro destes empresários, os evangélicos construíram movimentos internacionais poderosos. Segundo o professor Darren E. Grem, os evangélicos no mundo dos negócios praticavam e promoviam não apenas a religião tradicional, mas também a discriminação racial e a desigualdade de gênero. Eles ajudaram as carreiras políticas de Ronald Reagan e George H. W. Bush. Hoje, o cristianismo evangélico continua sendo uma força nos negócios, política e setores geopolíticos. A getAbstract recomenda este panorama detalhado do autor a estudantes de história, política e negócios dos EUA.

Resumo

A Arca de LeTourneau

Em Vicksburg, Mississippi, em 1952, o famoso evangelista Billy Graham orou pela bênção de Deus sobre um navio de carga de 60m de comprimento que partia para a Libéria carregado com Novos Testamentos, missionários e equipamentos pesados. O remetente era R.G. LeTourneau, um industrial rico que havia recebido os direitos para desenvolver meio milhão de acres de terras liberianas. A população do estado apelidou o navio de Arca de LeTourneau.

A relação entre Graham e LeTourneau começou em 1946, quando LeTourneau doou US$ 7 mil – cerca de US$ 90 mil em dólares atuais – para apoiar Graham em uma excursão evangélica na Irlanda. O relacionamento dos dois exemplifica os laços entre o cristianismo evangélico e o capitalismo corporativo. O magnata da imprensa William Randolph Hearst instruiu os editores dos seus jornais a “promoverem Graham”.

Graham era um homem de negócios e um gestor experiente. As iniciativas evangélicas dependiam em grande parte do dinheiro dos grandes doadores empresariais e Graham trabalhou bem com eles. Ele se referia a si mesmo como um vendedor que “vendia o maior produto do mundo”. A analogia não era infundada. Ele...

Sobre o autor

Darren E. Grem é professor assistente de História e Estudos do Sul da Universidade do Mississippi.


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