Resumo de Desta Vez É Diferente

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Desta Vez É Diferente resumo de livro
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Avaliação

8

Qualidades

  • Inovativo

Recomendação

Às vezes, os especialistas fazem as pessoas de bobas e as convencem a dar lances elevados por ações ou imóveis, anunciando que os fundamentos da economia mudaram. Como ilustra o rescaldo da bolha imobiliária nos EUA, os fundamentos da economia nunca mudam, não importa em quais fantasias as pessoas acreditem. Os professores de economia Carmen M. Reinhart e Kenneth S. Rogoff apresentam uma grande turnê histórica e estatística da arrogância financeira através dos séculos, uma autópsia que fará você se perguntar: como é que alguém pôde acreditar que “desta vez seria diferente”? O tom sóbrio, as fórmulas, gráficos e o texto, um tanto desordenado, que varre séculos e países de forma ambiciosa, tornam esta história um desafio fascinante a ser absorvido. A getAbstract recomenda esta visão analítica para fãs de fatos históricos, investidores, gestores e decisores políticos que buscam entender melhor os “delírios financeiros”.

Sobre os autores

Carmen M. Reinhart, da Universidade de Maryland e S. Kenneth Rogoff, da Universidade de Harvard são economistas e professores. Reinhart, que leciona no Fundo Monetário Internacional e no Banco Mundial, é o co-editor de The First Global Financial Crisis of the 21st Century. Rogoff, co-autor de Foundations of International Macroeconomics, é comentarista do The Wall Street Journal, National Public Radio e The Financial Times.

 

Resumo

Quando Você Ouvir “Desta Vez é Diferente”, Saia Correndo

Com o passar das décadas, grandes forças da economia desenvolvem uma confiança inabalável na eficiência dos mercados e na saúde da economia. Conhecida como a síndrome do “desta vez é diferente”, esse otimismo irrealista afligiu banqueiros, investidores e decisores políticos desde antes da Grande Depressão de 1930 até a grande recessão global de 2008 e 2009. As circunstâncias foram diferentes, mas a mesma mentalidade (uma mistura perigosa de euforia, arrogância e amnésia) levou a cada um desses colapsos econômicos. Em cada caso, os tomadores de decisão apostaram em crenças que desafiaram a história. Na década de 1920, a sabedoria convencional sustentava em larga escala que as guerras seriam coisa do passado e que a estabilidade política somada ao crescimento econômico iriam substituir a volatilidade dos anos anteriores. Os eventos da Primeira Guerra Mundial rapidamente mostraram que os otimistas estavam errados.

O colapso financeiro mais recente centrou-se no mercado imobiliário dos EUA, sob a anuência dos reguladores, apesar da advertência de uma série de alarmes. Em 2005 e 2006, o aumento dos preços das moradias...


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