Resumo de Manual de Sobrevivência dos Denunciantes Corporativos

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Manual de Sobrevivência dos Denunciantes Corporativos resumo de livro
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Avaliação

9

Qualidades

  • Inovativo
  • Aplicável

Recomendação

Denunciantes percorrem um caminho difícil e às vezes perigoso. Em seu livro, Tom Devine e Tarek F. Maassarani ensinam como relatar crimes corporativos e se proteger no processo. Dr. Wigand, o famoso denunciante, cujo testemunho científico prejudicou gravemente as empresas de tabaco, sugere a substituição do termo “denunciante” por “Person of Conscience”, que significa “pessoa de consciência”. Não importa como são chamados, muitas vezes os denunciantes sacrificam com coragem suas carreiras, seus meios de subsistência, seu sossego e às vezes até sua integridade física ao revelarem a má conduta pública ou privada. Apesar da maioria das empresas serem honestas, este é um livro para aqueles que trabalham em empresas que não são. Se você acha que os denunciantes são apenas trabalhadores descontentes, considere isto: pesquisas mostram que 50% dos funcionários testemunham delitos em empresas, mas apenas 40% fazem algo sobre isso. A getAbstract sugere este livro informativo e repleto de casos reais a quem pensa em denunciar e precisa aprender como se proteger e aos executivos que precisam saber que não é uma boa ideia “matar ou silenciar o mensageiro”. E, é claro, aplausos para as empresas que andam na linha e não têm nada a temer.

Sobre os autores

Tom Devine é diretor jurídico do Projeto de Responsabilidade Governamental e membro do Hall da Fama da Lei de Liberdade de Expressão. Tarek F. Maassarani é ex-investigador do Projeto de Responsabilidade Governamental. Atualmente leciona na George Washington University.

 

Resumo

Jeff Wigand versus Indústria do Tabaco

Em 1988, o Dr. Jeffrey Wigand foi trabalhar como diretor de pesquisa e desenvolvimento na Brown & Williamson Tobacco Corporation. Ele achava que o seu trabalho seria ajudar a criar um cigarro menos prejudicial para a saúde dos fumantes. Mas depois de entrar para o gigante do cigarro, Wigand percebeu rapidamente que seu papel era na verdade “uma cortina de fumaça”. A B&W contratou Wigand e outros cientistas simplesmente para dar cobertura legal contra processos judiciais de fumantes. Em 1993, Wigand foi demitido por causa de seus estudos sobre os efeitos danosos dos aditivos do cigarro. Foi também ameaçado com a perda das suas indenizações a menos que assinasse um acordo de confidencialidade.

Mas a B&W, que eventualmente gastaria “mais de US$ 8 bilhões” para desacreditar Wigand, havia se metido com o cientista errado. Wigand logo colocou no circuito repórteres investigativos de um programa de notícias. Com base no seu testemunho nos processos contra a indústria do tabaco em 1998, 39 procuradores estaduais dos EUA forçaram as quatro maiores companhias americanas de cigarro a pagar US$ 206 bilhões à parte queixosa.


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