Resumo de O Futuro do Dólar

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O Futuro do Dólar resumo de livro
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Avaliação

7

Qualidades

  • Polêmico
  • Analítico
  • Revelador

Recomendação

O dólar já era; viva o dólar. Essa é a mensagem deste olhar inteligente sobre o futuro do dólar como moeda de reserva dominante no mundo. Editado por Eric Helleiner e Jonathan Kirshner, incluindo ensaios de outros acadêmicos, essa visão se desenrola como um debate de alto nível entre professores. Eles oferecem perspectivas históricas e econômicas úteis que vão ajudar os leitores a entenderem as forças que tornam uma moeda bem-sucedida e outra não. No entanto, por ser uma coletânea de vários autores, observa-se uma repetição do pano de fundo de um ensaio para o outro, além de um desequilíbrio no estilo da escrita. O livro promete um debate acalorado entre “otimistas” e “pessimistas”, mas uma leitura mais atenta revela que a maior parte das vozes tende aos dois lados simultaneamente. A getAbstract recomenda este livro aos leitores que procuram um exame aprofundado do passado, presente e futuro do dólar americano no mercado cambial mundial.

Sobre os autores

Eric Helleiner é professor de ciências políticas na Universidade de Waterloo, em Ontário. Jonathan Kirshner é professor de políticas governamentais na Universidade de Cornell.

 

Resumo

Um Novo Dia, o Mesmo Dólar

O dólar americano estaria à beira de um declínio permanente? O euro ou outra moeda teria fôlego para superar o dólar todo-poderoso, tornando-se a moeda de reserva global? Essas questões ganharam especial relevância após a sequência da recessão global de 2008 e 2009.

Embora não tenha surgido ainda uma resposta clara sobre a capacidade de permanência da moeda, as previsões sobre a abdicação do dólar não são novidade. Desde 1960, os céticos vêm prevendo que o dólar deva perder terreno, mas a moeda ainda não parece disposta a ceder a sua primazia entre as moedas globais. Ela está presente em 86% de todas as operações cambiais, em comparação com os 37% do euro e os cerca de 17% do iene.

A popularidade do dólar foi consolidada por uma série de razões: os EUA e sua enorme economia, mercado de capitais vibrante, crescimento robusto e estabilidade política fizeram do dólar a escolha óbvia como “meio de troca”, para a realização de negócios internacionais; como “reserva de valor”, para fins de investimento; e como “unidade de conta”, para que outras nações pudessem ali vincular os valores das suas próprias moedas. O governo dos EUA ganha ao emitir...


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