Resumo de O Homem Organizacional

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O Homem Organizacional resumo de livro
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Avaliação

9

Qualidades

  • Analítico
  • Inovativo
  • Cativante

Recomendação

O estudo clássico dos anos 1950 de William H. Whyte sobre as grandes organizações americanas e os seus recursos humanos oferece uma viagem agridoce de volta ao mundo perdido das corporações magnânimas, dos subúrbios plácidos e do “homem organizacional” convencional. Quando o livro de Whyte foi publicado em 1956, 99% dos trabalhadores de colarinho branco eram homens brancos e tendiam a permanecer nas suas empresas durante toda as suas carreiras. Ainda jovens, esperavam obter grandes benefícios e pensões generosas. Mas os homens organizacionais pagaram um preço alto por esta segurança: a sua alma, ao abrirem mão da sua individualidade. A getAbstract recomenda este estudo criterioso e muito inovador para a época a qualquer um que esteja procurando entender as origens da vida corporativa moderna.

Sobre o autor

William H. Whyte foi editor da revista Fortune e um professor ilustre da City University de Nova York. A publicação de O Homem Organizacional transformou Whyte no principal analista corporativo da América.

 

Resumo

Por volta de 1956: A Organização e Sua Guerra Contra a Individualidade

As grandes corporações americanas lançam as bases para uma mudança profunda dos valores da sociedade. A individualidade está cedendo o seu lugar para a promessa do “coletivo”.

Os administradores se esforçam para acabar com a originalidade, a fim de que todos sigam a mesma linha de organização. Iludidos por programas robustos de treinamento executivo, planos de aposentadoria generosos e emprego vitalício potencial, os trabalhadores de colarinho branco são obrigados a concordar com o pensamento do grupo, a burocracia e a necessidade absoluta de pertencer a um grupo. Estes “homens organizacionais” trabalham de forma convencional e insípida e suas esposas fazem o mesmo em casa, nos subúrbios monótonos e desprovidos de espírito.

A “ética protestante”, que no passado levou os trabalhadores dos EUA a se tornarem pessoas individualistas e trabalhadoras para que pudessem alcançar o Sonho Americano, está gradualmente abrindo espaço para o princípio da “ética social”, a qual prega o ajuntamento em um grupo harmonioso para o benefício de todos. A ética social não exige uma conformidade abertamente irracional...


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