Resumo de Saia da Crise

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Avaliação

9

Qualidades

  • Analítico
  • Aplicável
  • Panorama Geral

Recomendação

W. Edward Deming poderia ser chamado de o Mozart do controle da qualidade, o Shakespeare da consultoria de negócios, o Michelangelo das ciências administrativas. Deming é o sine qua non do pensamento empresarial moderno. Talvez mais do que qualquer outro pensador, ele projetou o aumento da competitividade japonesa no setor dos bens de consumo, dando assim um importante estímulo à globalização. Talvez sua única falha foi não ter imaginado os extremos onde alguns levariam mais tarde as suas ideias (por exemplo a consistência de propósito). Deming passa pelo teste do tempo com distinção. Nesta reedição do seu clássico de 1986, os seus argumentos eloquentes a favor de um único fornecedor e de uma única liderança em vez de supervisões, bem como contra as quotas de produção e a prática absurda da administração ambulante (MBWA), soam tão verdadeiros hoje como nunca. A getAbstract acredita que os clássicos devem ser revistos com frequência e recomenda o trabalho seminal de Deming para as pessoas sensatas no mundo dos negócios, em todos os níveis.

Sobre o autor

O consultor W. Edwards Deming tem sido considerado responsável por revolucionar o controle de qualidade e a gestão de produtividade, em especial no Japão. Em 1987, o presidente Ronald Reagan concedeu-lhe a Medalha Nacional da Tecnologia. Deming também escreveu The New Economics for Industry, Government, and Education.

 

Resumo

Uma Revolução nos Negócios

É tempo de revolução, ou de transformação se você preferir. Não de reconstrução, não de revisão: os tempos exigem uma base inteiramente nova para a empresa americana. É isso que é necessário para resolver o desemprego, a economia e a “doença” básica da indústria americana.

O problema da qualidade começa com o folclore industrial americano, o qual sustenta que qualidade e produção são incompatíveis e que é impossível de se conseguir ambos. Na experiência da maior parte dos gerentes das fábricas, fomentar a produção significa sacrificar a qualidade; aprimorar a qualidade significa que a produção vai ser prejudicada. Este dilema decorre do fato de que o gestor realmente não sabe o que é qualidade, nem como consegui-la. Na verdade, a produção aumenta com a melhoria da qualidade, porque há menos “retrabalho”, menos desperdício de tempo e maior satisfação do empregado, o que leva a uma maior produtividade. No Ocidente, as empresas estão mais interessadas no custo da qualidade, e como a qualidade pode ser auditada. Os gestores se perguntam quanta qualidade pode ser sacrificada antes que se comece a perder clientes.

A Qualidade no Japão


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