Resumo de Superinteligência

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Superinteligência resumo de livro
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Avaliação

8

Qualidades

  • Inovativo
  • Revelador
  • Visionário

Recomendação

O futurista da Oxford Nick Bostrom argumenta que a Inteligência Artificial (IA) oferece a promessa de um mundo mais seguro, mais rico e mais inteligente, contudo lamenta que a humanidade pode não ser capaz de tornar as promessas da IA uma realidade. Quanto mais Bostrom desconstrói os pressupostos já preconizados sobre a IA, mais você chega à conclusão de que a humanidade está totalmente desprovida dos recursos e da imaginação para considerar um mundo onde as pessoas percam as rédeas para um “singleton” superinteligente que acabe ameaçando ou dominando-as. Bostrom explora com grande habilidade as possibilidades e as preocupações desta realidade, questionando, por exemplo, se esse agente movido pela IA poderia evoluir rumo a um governo mundial com princípios morais incertos. A narrativa do livro é inteligente e densa, com várias questões a serem ponderadas, sendo, portanto, mais indicado para os pensadores que queiram se aprofundar do que para os levemente interessados. A getAbstract recomenda este conjunto rico e complexo de especulações a decisores políticos, futuristas, estudantes, investidores e entusiastas da alta tecnologia.

Sobre o autor

Nick Bostrom, professor da Oxford, é diretor fundador do Future of Humanity Institute.

 

Resumo

Os potenciais de uma superinteligência

No coração da Dartmouth College, em 1956, um grupo de cientistas se sentou para traçar um novo rumo para a humanidade. Eles partiram do princípio de que as máquinas poderiam replicar aspectos da inteligência humana. A iniciativa evoluiu aos trancos e barrancos. Programas baseados em regras, ou “sistemas especialistas”, floresceram na década de 1980 e a promessa da inteligência artificial (IA) parecia uma realidade. Em seguida, o progresso desacelerou, juntamente com os financiamentos. Na década de 1990, com o advento dos algoritmos genéticos e das redes neurais, a ideia decolou novamente.

Um exemplo do poder da IA está na grande capacidade das máquinas especificamente concebidas para jogos como xadrez, jogo de cartas, pôquer, palavras cruzadas, Jeopardy e Go. Uma máquina com algoritmos eficazes vai sempre prevalecer sobre o melhor jogador humano de Go por cerca de uma década. Dos jogos, as aplicações da IA se estendem aos aparelhos auditivos, reconhecimento de voz e face, navegação, diagnóstico, programação, gerenciamento de inventário e uma classe crescente de robôs industriais.

Apesar da crescente popularidade e usos da...


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