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A Inteligência Conversacional
Livro

A Inteligência Conversacional

Como os grandes líderes instauram a confiança e obtêm resultados extraordinários

Bibliomotion, 2013 更多详情


Avaliação Editorial

7

Qualidades

  • Aplicável

Recomendação

A conversa é muito mais que meras trocas de informação. As conversações afetam as relações, visão do mundo e cultura. As boas conversações fomentam relações positivas mais sólidas; as más podem destruí-las. A antropóloga organizacional Judith E. Glaser analisa como superar o medo e desconfiança para ter discussões mais produtivas. Ela classifica as conversações em três níveis, das mais básicas às mais elaboradas. Sua abordagem focada na neurociência suscitará a sua atenção, apesar da falta de exemplos práticos. A parte mais útil é a breve nota sobre o uso dos três R ’s – “Reformular, Recentrar, Reorientar” – para superar as conversações difíceis. A getAbstract recomenda estas análises de Glaser aos supervisores, gerentes e funcionários que querem melhorar as relações no local de trabalho e aumentar a produtividade.

Resumo

Prazer em conhecê-lo: Em três níveis

A inteligência conversacional (IC) funciona em três níveis. No nível I – o nível mais básico – as pessoas fazem e respondem a perguntas, compartilham informação, ou realizam transações. No nível seguinte, nível II, as pessoas compartilham opiniões e tentam convencer os outros em conversações de posicionamento. No nível III – o nível mais alto – as pessoas falam e ouvem para transformar e modelar a realidade. O cérebro está preparado para atingir as conversações de nível III, mas as emoções negativas – o medo e a desconfiança – com frequência interferem na recepção. A confiança possibilita conversas produtivas e permite que as relações floresçam.

Parte I – A confiança e a desconfiança nas conversações

Quando confia nas pessoas, você fica mais receptivo ao que elas dizem. Quando não confia, você não está receptivo e o seu cérebro se bloqueia. Você fica menos disponível para ouvir os outros. A confiança e a desconfiança ativam áreas diferentes do cérebro. A desconfiança ativa a amígdala, a mais primitiva sede das emoções; a confiança atua sobre o córtex prefrontal, sede das funções executivas mais elaboradas do cérebro...

Sobre a autora

Judith E. Glaser, antropóloga organizacional, é CEO do Benchmark Communications e Presidente do The Creating WE Institute.


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