Recomendação de A Quinta Disciplina

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A Quinta Disciplina  resumo de livro
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Avaliação

9

Qualidades

  • Analítico
  • Inspirador
  • Aplicável

Recomendação

Pouco pode ser escrito que já não foi dito sobre o clássico de Peter M. Senge relativo à aprendizagem organizacional. Então, vamos simplificar esta recomendação: se você não leu este livro, você precisa lê-lo. Quando este trabalho seminal apareceu em 1990, ele estava realmente à frente de seu tempo na identificação e descrição da organização que aprende. No entanto, este conceito se tornou hoje um componente central do desenvolvimento organizacional, e caso você de alguma forma tenha deixado de acompanhar a análise visionária de Senge sobre a evolução dos negócios, do trabalho e do emprego, você está mais do que um passo atrás. Por quê? Porque Senge tem a rara capacidade de abrir novos caminhos na teoria e depois aplicar estes avanços abstratos a práticas concretas que as empresas podem imitar. Quando a getAbstract denomina este livro um clássico, ela não está falando de volumes empoeirados e jamais lidos que servem apenas para enfeitar as prateleiras. Este é um livro que deve ser lido e talvez relido por qualquer pessoa que viva no mundo corporativo.

Sobre o autor

Peter M. Senge é diretor do Centro de Aprendizagem Organizacional da Sloan School of Management do MIT e sócio fundador de uma consultoria em Framingham, Massachusetts, e Toronto, no Canadá.

 

Organização que aprende

À medida que os funcionários evoluem para trabalhadores do conhecimento – aqueles que desenvolvem e aplicam conhecimentos – as empresas devem manter o status de “organizações que aprendem”. Para Peter Senge, nestas empresas, os trabalhadores buscam aprender e crescer coletivamente, experimentando maneiras diferentes e mais amplas de pensamento para colocarem em prática o potencial da sua organização. De acordo com um relatório do Stanford Research Institute International, as organizações que aprendem têm três características que criam significado e estabelecem uma perspectiva: em primeiro lugar, elas possuem visão, valores e integridade. A seguir, elas encorajam o diálogo entre os funcionários. Por fim, elas promovem o “pensamento sistêmico” – focalizando no panorama geral em vez de lidarem apenas com as partes.

O relatório também identificou elementos importantes para a integração da aprendizagem no trabalho cotidiano, por exemplo o aprendizado da ação, no qual os trabalhadores estudam as suas próprias ações para aprimorarem a produtividade. Para mudar políticas e práticas entrincheiradas – mas ineficazes – Senge sugere que as pessoas transformem seu pensamento e criem visões compartilhadas, entendimentos compartilhados e novas capacidades para uma ação coordenada. Esta mudança de mentalidade é crucial para uma organização que aprende.


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