Recomendação de Homo Deus

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Homo Deus resumo de livro
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Avaliação

9

Qualidades

  • Polêmico
  • Analítico
  • Revelador

Recomendação

Neste livro inteligente, original e convincente, o historiador Yuval Noah Harari compartilha a sua opinião sobre as consequências do humanismo e da busca da divindade. Ele sugere uma visão de um mundo em que os humanos criam a IA, a qual passa a dominar a sociedade. Neste futuro, as máquinas tratam as pessoas como escravas ou animais – ou algoritmos – e a IA os exterminará. Harari oferece poucas páginas descrevendo como a humanidade pode evitar este futuro. O “homo sapiens” realmente não tem livre arbítrio, acredita o autor, e a consciência é principalmente uma miragem. As pessoas operam mais como computadores e sua programação contém as sementes da sua destruição. As ideias originais de Harari são instigantes, mas a maioria dos leitores não aceita sua caracterização da consciência como inútil e dos serem humanos como autômatos programados ou indignos de liberdade. Da mesma forma, muitos devem questionar a sugestão de Harari sobre a chegada de uma inteligência superior criada pelos próprios humanos.

Sobre o autor

Yuval Noah Harari, PhD, dá palestras sobre história do mundo na Universidade Hebraica de Jerusalém. Ele também escreveu dois bestsellers consagrados: Sapiens Uma Breve História da Humanidade e 21 Lições para o Século 21. Os seus livros foram traduzidos para mais de 50 idiomas, com mais de 12 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.

 

A sociedade hoje acredita na vida e na experiência humanas. O humanismo é a nova religião.

Harari sintetiza informações de várias disciplinas através das lentes da história do mundo para oferecer uma perspectiva única da humanidade. Ele começa com a afirmação de que os humanos governam o mundo porque organizam e contam histórias. Harari reconhece que as pessoas ainda estão morrendo de fome, doenças e violência, porém sugere que as pessoas estão mais seguras agora do que nunca. Os seus principais perigos são autoinfligidos – obesidade e suicídio.

O autor considera a pessoa comum como menos inteligente e menos capaz do que os primeiros seres humanos. Caçadores e coletores não dominavam o mundo, mas sim animais muito maiores, então a sobrevivência dos nossos antepassados dependia de mentes lúcidas, curiosas e criativas. Hoje, as pessoas governam o mundo, não porque são mais inteligentes que os humanos primitivos, mas porque têm imaginação. Elas contam histórias e tecem narrativas sobre tudo. Estas histórias contêm principalmente meias-verdades e mentiras diretas, mas, segundo Harari, elas determinam as ações da sociedade. Somente os seres humanos podem cooperar em larga escala porque somente eles criam “ficções”, incluindo governos, corporações, dinheiro, leis, religião e nações.


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