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As Armas da Persuasão

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As Armas da PersuasĂŁo

Como influenciar e nĂŁo se deixar influenciar

Sextante,

15 minutes de lecture
7 points Ă  retenir
Audio et texte

Aperçu

Domine os princípios psicológicos da persuasão e a sua aplicação na vida diåria.


Avaliação Editorial

8

Qualidades

  • Inovativo
  • AplicĂĄvel

Recomendação

Cansado de passar anos sendo influenciado facilmente, o psicĂłlogo e professor de Marketing Robert B. Cialdini decidiu estudar a persuasĂŁo. AlĂ©m de conduzir extensa pesquisa acadĂȘmica, ele trabalhou trĂȘs anos como vendedor, publicitĂĄrio, arrecadador de doaçÔes, entre outros, em empresas que vivem de levar as pessoas ao “sim”, e em organizaçÔes que treinam esses profissionais, para conhecer por dentro as prĂĄticas dos profissionais da persuasĂŁo. Ele identificou os seis princĂ­pios psicolĂłgicos que regem a tomada de decisĂ”es das pessoas e usa este livro para mostrar, em profundidade, a função social de cada um dos princĂ­pios e como um profissional da persuasĂŁo pode usĂĄ-los em tĂ©cnicas para influenciar os outros e, em especial, para obter das pessoas um consentimento automĂĄtico e impensado. A getAbstract recomenda esta obra, em estilo narrativo, com muitos exemplos e muito detalhada, aos profissionais que precisam e a todos que querem aprender a usar essas tĂ©cnicas para influenciar os outros e defender-se do seu uso indevido pelos aproveitadores.

Resumo

Armas de influĂȘncia

A maioria das tĂ©cnicas de persuasĂŁo – verdadeiras armas de influĂȘncia – enquadra-se em seis categorias, cada uma das quais Ă© baseada em um dos seis princĂ­pios psicolĂłgicos bĂĄsicos que governam o comportamento humano quando as pessoas tomam decisĂ”es: reciprocidade, compromisso e coerĂȘncia, aprovação social, afeição, autoridade e escassez.

Os profissionais exploram especialmente esses princĂ­pios para desencadear nas pessoas o consentimento automĂĄtico. De fato, os humanos, como muitas outras espĂ©cies, com frequĂȘncia reagem de forma automĂĄtica como “um atalho”, ao seguirem padrĂ”es fixos de ação desencadeados por uma Ășnica caracterĂ­stica isolada. Um exemplo Ă© o uso de atalhos mentais, como em “Caro Ă© igual a bom”, “Bonito Ă© igual a bom” e “Se um especialista disse isso, deve ser verdade”. O princĂ­pio do contraste – as pessoas veem um item de forma mais distinta quando ele Ă© apresentado apĂłs outro razoavelmente diferente dele – tambĂ©m Ă© usado na influĂȘncia, por exemplo, ao vender primeiro o item mais caro, como um carro ou um terno, para vender depois mais facilmente os acessĂłrios ou os suĂ©teres, ou ao mostrar primeiramente uma casa ruim...

Sobre o autor

Robert B. Cialdini, Ph.D., é professor emérito de Psicologia e Marketing na Universidade do Estado do Arizona e é presidente da Influence at Work.


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